Amigos, vamos fazer uma "visita" (protesto mesmo) ao consulado do Chile aqui em São Paulo em apoio aos estudantes chilenos!! nesta ultima quinta feira a policia em todo o país prenderam e espancaram centenas de estudantes, com rumores de mortes.. Levaremos uma carta em repudio a toda essa violência institucionalizada e generalizada que vem sendo praticado pelo governo chileno. Está aberto para qualquer pessoa que queira declarar sua indignação com estes atos! Levem cartazes, megafone, e panelas para um grande panelaço.. Usaremos a criatividade e a não violência como forma de expressar claramente o que pensamos, sentimos e queremos. BASTA COM ESSA VIOLÊNCIA!!! JUNTOS SOMOS TODOS!! NÃO VIOLÊNCIA É FORÇA!!!
Llamamos a fortalecer el carácter no violento y participativo del Movimiento por la Educación. Rechazamos la violencia que viene desde La Moneda y la violencia de quienes esconden la cara e inflitran nuestro movimiento ciudadano.
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Una noche de indignación ciudadana se vivió este jueves 4 de Agosto de 2011, tanto en Santiago como en otras ciudades de Chile. Cientos de miles de personas salieron a tomarse las calles y a tocar cacerolas, luego de violenta represión de la mañana a una manifestación no-violenta de los estudiantes, ordenada por el gobierno de extrema derecha. La represión ordenada también para la manifestación de la noche, no consiguió detener la indignación de la gente y los estudiantes, quienes salieron a las calles paralizando Santiago a tempranas horas de la noche.
Ela ainda classificou como "inaceitável" a repressão aplicada pela polícia ... Os estudantes do Ensino Médio do Chile convocaram uma nova greve nacional na ...
A diretora da ONG de direitos humanos Anistia Internacional no Chile, Ana Piquer, afirmou nesta sexta-feira (05) que "é fundamental que se investiguem as ...
A polícia destacou cerca de 1.300 homens para reprimir os estudantes. ... Piñera é o presidente mais impopular desde redemocratização do Chile - Apenas 26% ...
Os humanistas rejeitam o terrorismo internacional, seja este de origem política, religiosa ou qualquer outra e repudiam os crimes que se cometem em qualquer parte do mundo. Esta é uma linha de conduta e uma postura mantida ao longo do tempo, impossível de abandonar sem colocar em crise a nossa identidade e a nossa doutrina de Humanismo e Não-Violência.
A morte de Osama Bin Laden – como a de qualquer outra pessoa – não vai alterar o perigo que os grupos fanáticos significam para a paz mundial e para a integração de todas as culturas como um meio efectivo de superar as suas aparentes causas.
Não estamos de acordo que Osama tenha sido assassinado em vez de feito prisioneiro para ser posteriormente julgado, num processo justo por um tribunal internacional, uma vez que cometeu delitos em diversas partes do mundo. Já para não falar da possibilidade, se ainda estivesse vivo, de se realizarem avanços na luta contra o terrorismo internacional. De facto, nada nos impede de pensar que talvez a sua morte tenha sido a melhor solução para ocultar outros poderes envolvidos que, desta maneira, continuarão a gozar de tranquilidade para cometer mais crimes de lesa-humanidade.
Reiteramos: a justiça não pode ser confundida com o axioma "olho por olho, dente por dente". Se realmente Osama Bin Laden foi assassinado, este caso talvez seja útil a Obama para ser reeleito presidente e todos os partidários das soluções militares poderão lavar a consciência, mas sem dúvida não será útil para conseguir uma maior justiça neste mundo.
Os militares dos EUA não podem falar de justiça quando parece que estamos perante um assassinato premeditado com o único objectivo da vingança. E caso estejamos na presença de um acidente durante um tiroteio, também não se trata de justiça. Em qualquer caso, trata-se de vingança.
Não está certamente em questão o carácter altamente violento dos actos criminosos cometidos por Osama Bin Laden. Mas por esta mesma razão a sua morte não debe ser confundida com justiça.
O mundo árabe está a fazer um esforço para continuar o impulso dos seus jovens e transformar uma sociedade de exclusão numa sociedade inclusiva, transformar uma situação de encerramento em abertura. Está a fazer um esforço pela construção pacífica de uma sociedade que esteja em sintonia com o mundo, a partir de uma inquietação social que clama por justiça.
Os humanistas têm sido vítimas do terrorismo internacional, mas não se alegram com a morte de nenhuma pessoa. É mais importante criar condições para que estes factos infelizes não se voltem a repetir. Mas esta desdita comum dá-nos força moral para nos dirigirmos a todos os povos que foram afectados pela violência insana e dizer-lhes para fazermos um novo esforço.
A justiça nas relações e o contacto convergente das culturas é o único caminho que os humanistas aconselham percorrer e com o qual nos comprometemos de forma militante.
Los humanistas del mundo rechazamos al terrorismo internacional ya sea de origen político, religioso o cualquier otro, y repudiamos los crímenes que se comenten en cualquier parte del mundo. Esta es una línea de conducta y una postura mantenida en el tiempo e imposible de abandonar sin poner en crisis nuestra identidad y nuestra doctrina de Humanismo y No Violencia.
La muerte de Osama Bin Laden –como cualquier otra vida individual- no va a cambiar el peligro para la paz en el mundo que significan grupos de fanáticos, pero recuerda la vigencia internacional del tema y la necesidad de lograr la paz mundial y la integración de todas las culturas como un medio efectivo de superar sus causas aparentes.
No compartimos que Osama haya sido muerto en lugar de ser tomado prisionero para su posterior juzgamiento en un juicio justo por un tribunal internacional ya que cometió delitos en diversas partes del mundo. Por no hablar de la posibilidad, si hubiera quedado con vida, para hacer algunos avances en la lucha contra el terrorismo internacional. De hecho, nada nos impide pensar que tal vez su muerte podría ser la mejor solución para ocultar otros poderes involucrados que, de esta manera, seguirán tranquilos para cometer más crímenes de lesa humanidad.
Reiteramos: La justicia no puede ser confundida con el axioma "ojo por ojo, diente por diente". Si realmente Osama Bin Laden fue asesinado, este caso tal vez sea útil a Obama para ser elegido presidente y todos los partidarios de las soluciones militares podrán rehabilitar la conciencia, pero sin duda no será útil para disponer de una mayor justicia en este mundo.
Los militares de EE.UU. no pueden hablar de justicia cuando parece que estamos frente a un asesinato premeditado con el único objeto de la venganza. Y si fuera que estamos en el caso de un accidente durante un tiroteo, tampoco se trata de justicia. En cualquier caso, es la venganza.
Sin duda, no está en cuestión el carácter altamente violento de los actos delictivos cometidos por Osama Bin Laden. Pero por esta misma razón su muerte no debe confundirse con la justicia.
El mundo árabe está haciendo un esfuerzo para seguir el impulso de sus jóvenes y cambiar una sociedad excluyente por otra inclusiva, una situación de encerramiento en apertura, una relación social de inequidad por justicia social y la construcción en paz de una sociedad que sintonice con el mundo.
Los humanistas hemos sido víctimas del terrorismo internacional pero no nos alegramos por la muerte de ninguna persona. Importa más crear condiciones para que estos hechos desgraciados no vuelvan a repetirse. Pero esa desdicha común nos da fuerza moral para dirigirnos a todos los pueblos que han sido tocados por la violencia insana y decirles que hagamos un nuevo esfuerzo.
La justicia en las relaciones y el contacto convergente de las culturas es el único camino que los humanistas aconsejamos transitar y en el que anotamos nuestro compromiso militante.
O significado da Paz e da Não-violência no momento atual. A Marcha Mundial.
Silo
Berlim, 11/11/2009
Uma marcha percorre o mundo. É a Marcha pela Paz e Não-violência.
Sobre isso falarei brevemente diante deste fórum, em caráter de fundador do Humanismo Universalista e inspirador da mencionada Marcha. Esta, por sua vez, vai dinamizando diversas iniciativas e atividades, como o percurso simbólico de uma equipe de entusiastas que se deslocará durante três meses, através de vários países, tendo começado neste último 2 de outubro, em Wellington, Nova Zelândia, para terminar em 2 de janeiro de 2010, aos pés do monte Aconcágua, em Punta de Vacas, entre a Argentina e o Chile.
A Marcha foi lançada durante o Simpósio do Centro Mundial de Estudos Humanistas, no Parque de Estudo e Reflexão de Punta de Vacas, em 15 de novembro de 2008, ou seja, há um ano, com a clara intenção de criar consciência diante da perigosa situação mundial que atravessamos, marcada pela elevada probabilidade de conflito nuclear, pelo armamentismo e pela violenta ocupação militar de territórios.
Essa proposta de mobilização social é impulsionada pelo Movimento Humanista e seus organismos. Em poucos meses, a Marcha Mundial suscitou a adesão de milhares de pessoas, de grupos pacifistas e não-violentos, de diversas instituições que trabalham a favor dos Direitos Humanos, de personalidades do mundo da ciência, da cultura e da política, sensíveis à urgência do momento. Também inspirou grande quantidade de iniciativas em mais de cem países, configurando um fenômeno de diversidade cultural em veloz crescimento. Nessa ordem de idéias, devo comunicar que à equipe base inicial somou-se outra que está percorrendo vários países do Oriente Médio e uma terceira equipe que está percorrendo a América Central...
Bem sabemos que a situação atual é crítica em todas as latitudes e está caracterizada pela pobreza de vastas regiões, pelo enfrentamento entre culturas e pela violência e discriminação que poluem a vida cotidiana de amplos setores da população. Atualmente, existem conflitos armados em numerosos pontos e, simultaneamente, uma profunda crise do sistema financeiro internacional. A tudo isso soma-se a crescente ameaça nuclear que é, em suma, a máxima urgência do momento atual. Essa é uma situação de grande complexidade. Aos interesses irresponsáveis das potências nucleares e à loucura de grupos violentos com possível acesso a material nuclear de reduzidas dimensões devemos adicionar o risco de acidente, que poderia detonar um conflito devastador.
Todo o anterior não é uma soma de crises particulares, e sim o quadro que evidencia o fracasso global de um sistema cuja metodologia de ação é a violência e cujo valor central é o dinheiro.
Para evitar a catástrofe atômica que parece ameaçar o mundo em um futuro mais ou menos imediato, devemos trabalhar hoje mesmo, superando a violência social e pessoal, ao mesmo tempo em que exigimos:
1. o desarmamento nuclear mundial;
2. a retirada imediata das tropas invasoras dos territórios ocupados;
3. a redução progressiva e proporcional dos armamentos de destruição massiva;
4. a assinatura de tratados de não-agressão entre países; e
5. a renúncia dos governos a utilizar as guerras como meio para resolver conflitos.
O urgente é criar consciência sobre a paz e o desarmamento. Mas também é necessário despertar a consciência da Não-violência Ativa que nos permita rechaçar não só a violência física, mas também toda forma de violência econômica, racial, psicológica, religiosa e de gênero. Certamente, aspiramos a que essa nova sensibilidade possa se instalar e comover as estruturas sociais, abrindo caminho para a futura Nação Humana Universal.
A Marcha Mundial faz uma chamada a todas as pessoas para que somem esforços e tomem em suas mãos a responsabilidade de mudar nosso mundo, superando a violência pessoal e apoiando em seu âmbito mais próximo o crescimento dessa influência positiva.
Em todo esse tempo, em muitas cidades e povoados, estão sendo realizadas marchas, festivais, fóruns, conferências e outros eventos para criar consciência sobre a urgência da paz e da Não-violência. E, em todo mundo, as campanhas de adesão à Marcha multiplicam esse sinal além do até agora imaginado.
Pela primeira vez na história, um evento dessa magnitude é colocado em marcha por iniciativa de seus próprios participantes. A verdadeira força desse impulso nasce do ato singelo de quem, por uma questão de consciência, adere a uma causa digna e a compartilha com outros.
Foi designado para esse período da Marcha, até janeiro de 2010 – data em que ocorrerá a reestruturação do Movimento Humanista – Rafael de La Rubia como representante do organismo humanista "Mundo sem Guerras" e os porta-vozes continentais: Michel Ussene, pela África; Sudhir Gandotra, pela Ásia; Giorgio Schultze, pela Europa; Tomás Hirsch, pela América Latina e Chris Wells, pela América do Norte. A todos eles se deu a missão de receber das mãos dos Prêmios Nobel da Paz – durante a edição da Cúpula de Berlim – a "Carta para um mundo sem violência", com o compromisso de difundi-la em todos os países por onde passe a Marcha Mundial.
Precisamente, é nessa "Carta" onde se expressam os Princípios que podem ser apoiados pelas pessoas de boa vontade em todas as latitudes.
Para não me deter exaustivamente, queria destacar o nono princípio da Carta que diz: "Pedimos às Nações Unidas e seus Estados-membros que considerem meios e métodos para promover um reconhecimento significativo das diversidades étnicas, culturais e religiosas nos estados nacionais multi-étnicos. O princípio moral de um mundo não-violento é: "Trata os demais como gostarias de ser tratado".
Esse princípio moral vai além de toda norma e de toda legalidade para assentar seu domínio no terreno humano pelo registro do reconhecimento comum que supera todo cálculo e toda especulação.
Esse princípio, conhecido desde a antiguidade como a "Regra de Ouro" da convivência, é um dos treze que se tem em conta nesse magnífico documento que é necessário difundir amplamente.
Por outro lado, não devemos deixar passar alguns tópicos que dizem respeito à compreensão de nossas atividades no campo da não-violência, porque é evidente que a prevenção negativa com relação a nós nasceu e se desenvolveu na América do Sul durante as lutas não-violentas sustentadas contra as ditaduras militares. É muito claro que a discriminação que sofremos em diversos campos parte da desinformação e da difamação sistemática sofrida durante décadas em nossos países de origem, como Argentina e Chile. As ditaduras e seus órgãos de "desinformação" foram tecendo sua rede desde a época em que se proibia, encarcerava, deportava e assassinava nossos militantes. Ainda hoje e em distintas latitudes, pode-se pesquisar a perseguição que sofremos, não somente por parte dos fascistas, mas também por parte de alguns setores "bem-pensantes". E notável que, à medida que nossas atividades avançam, muitos declamadores da paz rasgam suas vestes, exigindo nosso silêncio ou apostrofando todo grupo ou indivíduo que nos mencione publicamente.
Embora esses insultos fiquem no passado, hoje se continua aviltando a ação não-violenta, argumentando que nada poderá ser feito, além de discursos, frente aos poderes "reais" que decidem as situações do mundo. E, para exemplificar, vejamos alguns casos.
O primeiro se refere às campanhas contra o Serviço Militar, efetuadas por humanistas na Argentina há poucos anos.
Nessa época, afirmava-se que era impossível modificar essa lei de obrigatoriedade. Sobretudo, depois de ter obtido, durante um ano de atividade, um milhão e meio de assinaturas que foram rejeitadas sem justificativa. Então, o Poder Executivo divulgou a inconveniência da tentativa que deixava "a Nação em estado indefeso frente às possíveis agressões de países limítrofes". Entretanto, a opinião pública estava sensibilizada de tal maneira que o debate (sem mencionar os autores do projeto) veio à tona, enquanto os meios informativos foram fazendo eco. E, em determinado momento, a Presidência da República assinou o "decreto de anulação do Serviço Militar obrigatório", substituindo-o pelo Serviço Militar optativo. Mas se argumentou, nessa ocasião, que se tomava tal medida porque um soldado tinha morrido em um quartel devido aos maus tratos recebidos. Dessa maneira, ficou claro que não foi inútil a longa campanha e mobilização dos humanistas, porque a lei arbitrária foi sepultada.
Outro caso mais recente produziu-se na República Tcheca.
O chamado "escudo estelar" estava sendo projetado desde 2002, sem que a população da República Tcheca ou da União Européia soubessem do fato. Em junho de 2006, o Movimento Humanista foi promotor de uma aliança de organizações de base sociais e políticas, informando que 70% da população era contrária. E se pediu que não se realizasse o projeto, dada sua periculosidade, ao mesmo tempo em que se exigia um referendo. Dois humanistas iniciaram uma greve de fome e o protesto começou a contar com o apoio de organizações pacifistas e não-violentas. Esse tipo de protesto se manteve durante um ano, envolvendo artistas, acadêmicos, cientistas e prefeitos. Finalmente, o protesto se desenvolveu também no Parlamento Europeu. Em março de 2009, o governo caiu, por confluência de diversos fatores, mas o protesto popular e a oposição parlamentar adiaram a ratificação do tratado entre a República Tcheca e os EUA. Em setembro de 2009, Obama renunciou ao projeto do escudo estelar na República Tcheca e na Polônia.
Devemos considerar agora dois temas ainda não compreendidos em seu alcance social.
Como todos captamos, instalou-se em nossas sociedades a temática ecológica e a defesa do meio ambiente. Embora alguns governos e certos setores interessados neguem o perigo presente na desatenção ao ecossistema, todos estão se vendo obrigados a tomar medidas progressivas pela pressão das populações, cada dia mais preocupadas com a deterioração de nossa casa comum. Até nossas crianças estão a cada dia mais sensíveis aos perigos do caso. Nos centros de ensino mais elementares e através dos meios informativos, coloca-se atenção no tema da prevenção da deterioração e ninguém pode escapar dessas preocupações.
Mas quanto à preocupação com o tema da violência, temos um notável atraso. Quero dizer que ainda não está instalada em nível geral e global a defesa da vida humana e dos mais elementares direitos humanos. Ainda se faz apologia da violência, quando se trata de argumentar a defesa e até mesmo a "defesa preventiva" contra possíveis agressões. E não parece experimentar-se horror pela destruição massiva de populações indefesas. Unicamente quando a violência atinge nossa vida civil através de crimes sangrentos nos alarmamos, mas não deixamos de glorificar os maus exemplos que envenenam nossas sociedades e as crianças, desde a mais tenra infância.
É claro que ainda não está instalada a idéia nem a sensibilidade capaz de provocar um repúdio profundo e um asco moral que nos afaste das monstruosidades da violência em seus diferentes aspectos.
Por nossa parte, faremos todos os esforços necessários para instalar no meio social a vigência dos temas da Paz e da Não-violência e é claro que chegará o tempo para que se suscitem reações individuais e também massivas. Esse será o momento de uma mudança radical em nosso mundo.
Para terminar com minha breve intervenção, gostaria de retomar a "Carta para um mundo sem violência" proposta pelos Prêmios Nobel da Paz e Organizações Nobel pela Paz, com o objetivo de impulsionar suas propostas ao longo desta Marcha Mundial pela Paz e Não-violência. Estaremos muito honrados ao compartilhar seus princípios nas ações concretas do quefazer social que, com certeza, nos encaminharão para esse novo mundo que mencionamos.
Mundo Sem Guerras te convidou para o evento "Alpinistas desenrolarão faixa no Centro de São Paulo" em MarchaMundial.Net
Participe!
Horário: 2 outubro 2009 de 11:00 a 14:00 Local: "São Paulo" Organizado por: Fernando Paulo - Mundo Sem Guerras
Descrição do evento: A iniciativa, que acontecerá no dia 02/10, dará início à Marcha Mundial pela Paz e pela Não-violência
Os alpinistas Bruno Sellmer e Fábio Cascino, com o apoio de seus filhos de 8 e 11 anos, respectivamente, realizarão uma proeza nobre no dia 02 de outubro, que é o dia internacional da Não-violência, em homenagem ao nascimento de Mahatma Gandhi. Eles irão escalar a faixada do Shopping Light, no centro de São Paulo, para fazer o descerramento de uma faixa de 30 metros que dá início à Marcha Mundial pela Paz e pela Não-violência no Brasil, pontualmente ao meio-dia. No final do desenrolar da faixa, haverá uma revoada de 10.000 balões brancos, que sairão de "dentro" da mesma.
A iniciativa Será precedida de um ato ecumênico, às 11 horas, em frente à Prefeitura de São Paulo, contará com a presença do prefeito,autoridades municipais, e personalidades do mundo artístico. Em seguida inicia-se o recolhimento da faixa encerrando-se o evento.
A Marcha Mundial pela Paz e pela Não-violência é uma iniciativa internacional da ONG Mundo Sem Guerras apoiada por centenas de organizações e personalidades no mundo todo, incluindo presidentes, celebridades do mundo artístico e esportivo, prêmios Nobel, etc (informações completas em www.theworldmarch.org). Tem início no dia 02 de outubro, com atos e eventos simultâneos em mais de 300 cidades do mundo. Fisicamente, inicia-se com uma equipe internacional com integrantes de diversas nacionalidades, que realizará um percurso pelo mundo em 3 meses, saindo de Wellington, na Nova Zelândia, e passado pelos 5 continentes para terminar em 02 de janeiro nos pés do Aconcágua, na Argentina.
Em cada lugar, a equipe base internacional, formada por pessoas de dezenas de países e etnias, será recebida por um comitê local e participará de atividades diversas, tais como concertos musicais, atos ecumênicos, caminhadas simbólicas, entre outros. No Brasil, está prevista a chegada da equipe internacional no dia 16 de dezembro em Recife (PE), para depois passar por Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS).
Cadastre sua ação ou evento pela Paz aqui ->>> http://www.marchamundial.net/events/event/new
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